Vaga DBA SQL Server – Alphaville

Vivência com Implantação e manutenção de sistemas transacionais em ambientes de bancos de dados SQL Server 2000/2005/2008. Tunning de Banco de Dados(infra-estrutura e performance).

Experiência em projetos de consolidação e migração de bancos de dados SQL 2005/2008.

Implantação de bancos de dados SQL Server 2008 R2 em ambiente virtualizado – VMWare.

Implantação de bancos de dados de alta disponibilidade – SQL Server Cluster 2005/2008 e contingência remota(recuperação de desastre) – SQL Server 2005/2008.

Resolução de chamados de incidentes(causa raiz).

Vivência com ITIL

Empresa: Conquest One

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Vaga Desenvolvedor Front-End – São Caetano

Utilizar padrões e boas práticas para desenvolvimento
Experiência com Controle de versão, Html/Css (Less/Sass), JavaScript
Desejável: Angular 1 / Automatizadores
Diferencial: angular 2 / Conhecimento em C#
Empresa: VIAJANET

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Vaga Desenvolvedor FLEX – Alphaville

Local de Trabalho: Alphaville
Horário: De segunda a quinta-feira das 08:00 às 18:00 e de sexta-feira das 08:00 às 17:00H.
Regime de contratação: PJ
Tempo de projeto: Indeterminado
Requisitos: Experiência com Flash, Adobe Flex, .NET, C#, Entity Framework e banco de dados Oracle.

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Vaga Desenvolvedor Líder – SP

Local de trabalho: Berrini
Horário de Trabalho: Segunda a sexta-feira das 09h00 às 18h00
Experiência com: desenvolvimento de sistemas utilizando: MVC, C#, AngularJs, Razor, Javascript, Jquery, HTML 5, SQL Server, Ioc, DDD, TDD, Bounded Context, NoSQL, AWS Cloud, Git.
Desejável: Metodologias ágeis de desenvolvimento, Infraestrutura com serviço em especial Amazon, Web Services, linguagem Java e ter contribuído com algum projeto open Source.
Contratação: PJ

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Vaga Desenvolvedor .NET JR/PL – SP

Local de trabalho: Morumbi
Horário de Trabalho: Segunda a sexta-feira das 09h00 às 18h00
Contratação: PJ
Experiência com: MVC 4 e 5, SQL 2014, Jquery, Bootstrap, C# 4, 4.5, Visual Studio 2015, Entity Framework 6, Web API, OWIN, REST API.
DIFERENCIAL: Conhecimentos com Mikrotik e Raspberry PI 2
Contratação: PJ

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Vaga Desenvolvedor .NET Pleno/Sênior – SP

Local: Vergueiro
Horário: Segunda a Sexta das 08h ás 18h00
Necessário experiência com: VB.NET, C#, WPF, Entity Framework e Banco de dados SQL Server.
Tipo de contrato: CLT + Benefícios (Assistência Medica e Odontológica – Sulamerica Sem nenhum custo para o profissional. (incluir dependentes será descontado do salario).
VR 20,50 por dia trabalhado / sem custo
VT com desconto de 6%
PLR de até 01 salario de acordo com atingimento das metas.

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Vaga Desenvolvedor .NET Sênior – Alphaville

Local de Trabalho: Alphaville
Horário: De segunda a quinta-feira das 08:00 às 18:00 e de sexta-feira das 08:00 às 17:00H.
Regime de contratação: PJ
Tempo de projeto: Indeterminado
Requisitos: Experiência com .NET, C#, MVC, Java Script, Entity Framework e banco de dados Oracle.

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You are local or remote in c#

Check if your app is local or remote. It’s useful for working with different local file structure than the server.

public static bool isLocal
{
    get
    {
        if (HttpContext.Current.Request.Url.Authority.IndexOf("localhost") > -1)
            return true;
        return false;
    }
}
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C# function for cutting texts without cut words

Here is a function for cutting texts without cut words. After setting a character number to cut, the function will search the next space, returning the last word complete.

For HTML codes, we will need a function to sanitize the text before doing the magic.

public static string CutText(string text, int numberOfCharacters)
{
    string strReturn = NoHtml(text).Trim();

    text = NoHtml(text).Trim();

    if (text.Substring(0, text.Length).Trim().IndexOf(" ") > 0)
        if (text.Length >= numberOfCharacters + 1)
            if (text.Substring(0, numberOfCharacters + 1).Trim() != " ")
            {
                int spacePosition = text.Substring(0, numberOfCharacters - 1).Trim().LastIndexOf(" ");
                if (spacePosition > 0)
                    strReturn = text.Substring(0, spacePosition).Trim();
                else
                {
                    int spacePosition2 = text.Substring(0, text.Length).Trim().IndexOf(" ");
                    if (spacePosition < text.Substring(0, spacePosition2).Trim().IndexOf(" "))
                        strReturn = text.Substring(0, numberOfCharacters).Trim();
                    else
                        strReturn = text.Substring(0, spacePosition2).Trim();
                }
            }

    return strReturn + " [...]";
}

Cleaning text for HTML tags

public static string NoHtml(string text)
{
    if (System.Text.RegularExpressions.Regex.IsMatch(text, "<.*?>"))
        return System.Text.RegularExpressions.Regex.Replace(text, "<.*?>", " ");

    return text;
}
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Get Youtube ID from URL string in C#

public static string _pegarIDYoutube(string URLYoutube)
{
    var regexString = @"^(http(s?):\/\/)?(www\.)?youtu(be)?\.([a-z])+\/(watch(.*?)(\?|\&)v=)?(.*?)(&(.)*)?$";

    Match match = Regex.Match(URLYoutube, regexString,
    RegexOptions.IgnoreCase);

    if (match.Success)
        return match.Groups[9].Value;
    else
        return null;
}
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Por que a Internet das Coisas vai transformar a gestão de dispositivos móveis

Há muita discussão no mercado falando sobre a Internet das Coisas, a nova moda do momento. E isso acontece por uma boa razão. Se as projeções estiverem corretas, até 2020, mais de 30 mil milhões de objetos estarão conectados à Internet. Além disso, as tendências atuais indicam que essa transformação tecnológica não apenas pertence a “coisas” aleatórias, mas vai ser literalmente onipresente, ou o que alguns estão chamando de Internet of Everything (Internet de Tudo, em tradução livre). John Chambers, CEO da Cisco, afirma que esse espaço terá de 5 a 10 vezes maior impacto na sociedade, assim como a própria Internet, e está projetando um mercado com lucros de US$ 19 trilhões para essa indústria na próxima década.

Um dos problemas levantados em discussões dessa natureza tem a ver com a forma como esses objetos serão gerenciados dentro da crescente infraestrutura de TI do futuro não muito distante. Há algum tempo, as infraestruturas empresariais móveis eram bastante simples – dispositivos Blackberry eram a novidade. Em seguida, graças ao lançamento de smartphones populares e da “consumerização de TI”, alguns funcionários iniciantes começaram a utilizar seus próprios smartphones, tablets e outros dispositivos pessoais no trabalho. Logo, todo mundo aderiu à prática. O BYOD tornou-se generalizado, apesar de uma série de novas dores de cabeça para as empresas antes de finalmente chegarem a um consenso. Mas as empresas de um modo geral fizeram a transição para essa nova realidade em apoio a iOS, Windows e dispositivos Android, além dos tradicionais Blackberries.

À medida que mais funcionários exigiram o uso de seus dispositivos pessoais, a MDM (ou plataformas de gerenciamento de dispositivos móveis) veio à tona para fornecer um quadro para estabelecer as políticas, melhores práticas e tecnologias para lidar com as realidades do BYOD. Assim, uma série de soluções de MDM top de linha, como AirWatch e MobileIron, foram fornecidas às empresas como melhores soluções para a implementação de uma estratégia de BYOD eficiente, segura e escalável em toda empresa.

No entanto, agora, como a Internet das Coisas começa a subir a rampa, estamos entrando em um mundo diferente. Nós não estamos mais falando apenas de alguns dispositivos. O campo do jogo mudou e há um mar de dispositivos prestes a ingressar em nossas vidas daqui a alguns instantes.

Os dispositivos móveis são comumente entendidos como a estrutura primária para controlar a Internet das Coisas. Mas há grandes mudanças no ar, e especialistas estão começando a perceber que o MDM simplesmente não será suficiente para suportar o tsunami de dispositivos que é projetado para varrer a empresa nos próximos 5 anos.

O Gartner entende isso, e está pesquisando sobre essa nova mudança de conceitos de cabeça erguida. Nos resultados, sua alegação é de que a gestão de dispositivos móveis é um equívoco quando se trata do futuro do chamado “gerenciamento de dispositivos”. Mesmo com as mudanças de nome; no universo da Internet das Coisas, tudo agora é um “ponto final”. Em seu relatório de maio de 2014, o Gartner argumentou que todo o mundo do PC e MDM está mudando, incluindo as habilidades necessárias e os processos de TI.

As empresas estão apoiando duas arquiteturas de gestão radicalmente diferentes – uma para PCs e outra para smartphones. PCs são gerenciados através de imagens do sistema, enquanto os smartphones e seus primos, tablets, são gerenciados por meio de um mecanismo mais complexo que se adapta às suas arquiteturas em cada uma de suas áreas restritas. No entanto, em muitos casos, a TI tenta fazer smartphones agirem como PCs por meio de estratégias, tais como contentores, que nada mais são do que uma pseudoimagem do sistema. A TI deve entender as diferenças entre os estilos dos dois tipos de gerenciamento de dispositivos e reconhecer que as arquiteturas de cada área em particular representam o futuro. Assim, a abordagem do quadro da gestão daqui para frente vai resultar em uma categoria de produto chamado Unified Endpoint Management (UEM).

Outras empresas também entendem essa mudança. Na verdade, a IBM oferece uma solução chamada Gerenciamento Unificado de endpoints, que acertadamente assinala o valor principal adicionado a essa abordagem: “A próxima geração do gerenciamento unificado de endpoints vai se concentrar em uma visão holística da relação entre os usuários, os aplicativos que eles usam, os dispositivos e os aplicativos que são executados nele, a rede na qual os aplicativos se comunicam, e os dados que estão sendo compartilhados”.

Se você pensar sobre a “consumerização de TI” e suas tendências ao longo dos últimos 5 anos, o impacto do BYOD nas empresas e aumentar isso em dez vezes, então você poderá começar a entender as implicações da Internet das Coisas e dos wearables no reino do gerenciamento de dispositivos móveis. O paradigma está mudando, e a nova palavra-chave nessa arena é ‘endpoint,’ o UEM. As empresas precisam começar a vislumbrar essa mudança e considerar a vasta gama de wearables que emerge a cada dia, com a IoT conectando dispositivos, smartphones e tablets, e incluir tudo isso em um quadro de gestão global que envolva dados, nuvem e interatividade móvel.

2015 vai ser um ano crucial para mudar o pensamento organizacional longe do MDM para abraçar o que hoje é chamado de gerenciamento de “endpoint”. Estamos vendo grandes sinais dessa mudança atualmente. Os wearables foram um grande sucesso em 2014 e o lançamento iminente do Apple Watch vai tornar o mercado ainda maior. Tudo o que podemos ver neste momento sugere que os wearables e a Internet das Coisas vão ter impactos profundos sobre as empresas e sobre a forma como os dados, os serviços e as plataformas são gerenciados. Não há melhor momento do que o presente para começar a avaliar sua infraestrutura de TI e a abordagem da gestão para garantir apoio para a integração de wearables, dispositivos móveis e Internet das Coisas em um quadro de gestão unificada de endpoint. Não tente ferver o oceano, mas, pelo menos, comece hoje mesmo pela adoção de uma mentalidade que faça com que “endpoints” sejam uma parte fundamental de sua estratégia de gestão de dispositivos móveis em 2015.

Texto por Hovhannes Avoyan  para o iMasters

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